Kimi Räikkönen Fansite

Biografia

Nome: Kimi Matias Räikkönen
Nascimento: 17/outubro/1979
Local: Espoo, Finlândia
Altura: 1,75 m
Peso: 62 Kg
Apelidos: Iceman, Raikko, Kimster, Rakka
Residencia atual: Wollerau, Suíça
Pais: Paula e Masa
Irmão: Rami, um ano mais velho, piloto de Rally na Finlândia
Esposa: Jenni-Maria Dahlman Räikkönen, ex miss escandinavia
Casado desde: 31/julho/2004
Melhor amigo: Toni Vilander
Educação: Ensino regular finlandês
Exército: Presto serviço militar durente 12 meses
Idiomas que fala: Finlandês e Inglês
Hobbies: Snowboard, Motocross, Golf, Ice-hockey, Jet-ski
Time de Ice-hockey: Espoo, Finlândia e NHL teams
Time de futebol: Seleção finlandesa
Comida: Frango, Massa, Carne de rena
Bebida: Sucos de maçã e abacaxi, água, leite e coca-cola.
Estimação: Axu (pastor alemão)
Banda Musical: U2
Cantor: Eminen
Banda finlandesa preferida: Bomfunk MC
Campeão Mundial – Equipe Ferrari
Chefe de equipe: Jean Todt
Companheiro de equipe: Felipe Massa
Empresários: Steve Robertson, David Robertson
Treinador: Mark Arnall
Engenheiro: Chris Dyer

Infancia

Kimi Matias Raikkonen nasceu na cidade de Espoo na região metropolitana de Helsink, capital da finlandia, no dia 17 de outubro de 1979. Kimi era uma criança quieta, calada, mas com muita energia. Não gostava de estudar. No inverno levava duas mochilas para a escola, porque na volta ele fazia um trenó. Desde cedo gostava de esportes. Uma paixão de Kimi era, e ainda é, o Hockey no gelo, ele jogou no time de Espoo, mas os treinos eram muito cedo, 7 da manhã, e Kimi, que não é de acordar muito cedo, fazia esforços para treinar.
Seu primeiro contato com velocidade foi com motocross, logo aos 3 anos de idade. Além disso, a mãe de Kimi, Paula, fala que ele e seu irmão Rami passavam o dia correndo de bicicleta no quintal de casa.
Kimi começou no Kart aos 8 anos de idade. A familia não tinha muito dinheiro, seu pai Matti, era construtor de estradas. A casa onde viviam não tinha banheiro dentro. Então seu pai economizou para construir um banheiro, mas depois resolveu usar o dinheiro para comprar um kart para o filho.

Do Kart a Fórmula 1

Kimi começou no kart com 8 anos de idade, sua primeira pista foi o circuito de Bembole em Espoo, sua cidade natal. Sua primeira competição foi a Mini Raket Karting, onde chegou em segundo lugar na classificação geral, o vencedor foi Toni Vilander. Depois Kimi foi para a Fórmula A100 C, onde venceu sua corrida de estréia. Toni Vilander era um dos principais adversários de Kimi nessa época. Mas com o tempo aprenderam a se respeitar e se tornaram amigos. Tanto que até serviram o exército juntos.

F-Renault

Em 1999 Kimi foi campeão finlandês de kart.
Aos 19 anos mudou-se para a Inglaterra, onde correu pela F-Renault inglesa e venceu 4 provas da série de inverno, correndo pela equipe Manor Motorsport.
Em 2000, ainda na F-Renault, ganhou 7 das 10 provas e se sagrou campeão. Ainda em 2000, participou de 3 provas do campeonato Europeu de F-Renault das quais venceu 2, conseguindo 2 pole positions e duas voltas mais rapidas.
Estes bons resultados chamaram a atenção de Pitter Sauber, então chefe da equipe da Sauber Petronas de Fórmula 1, que o chamou para fazer testes em Mugello.

F 1 – Equipe Sauber Petronas

O título da F-Renault Inglesa e os bons resultados no campeonato europeu desta chamaram a atenção de Piter Sauber, chefe da então equipe Sauber Petronas de F1, que o chamou para fazer testes pela equipe.
Os bons resultados nos testes lhe garantiram um lugar como piloto titular da equipe. Porém, com 21 anos e apenas 23 corridas profissionais no curriculo, era um piloto inesperiente para a categoria, o que rendeu muitos protestos contra a entrada do finlandês na F1.
No entanto, a FIA lhe consedeu uma superlicença provisória que, conforme os resultados obtidos nas primeiras corridas, lhe manteriam ou não na categoria.
No GP da Austrália em 2001, fez sua estréia na F1. Largando em 13º, surpreendeu à todos ao chegar em 6º lugar na corrida e marcar seu primeiro ponto (na época apenas os 6 primeiros pontuavam).
Acabou o campeonato em 9º lugar com 8 pontos conquistados.

Estatísticas na Sauber:
Companheiro de equipe: Nick Heidfeld
Pontos conquistados: 8
GPs disputados: 16
Melhor posição de largada: 7º (GP Canadá e GP Inglaterra)
Melhor posição de chegada: 4º (GP Áustria)

F1 – Equipe McLaren Mercedes

Seu desempenho na Sauber chamou a atenção de Ron Dennis da McLaren e de Mika Hakkinen que se aposentava e indicou o compatriota para substitui-lo na equipe de Woking.

2002

Fez sua estréia na McLaren no GP da Austrália em 2002 e, ja na estréia conquistou o primeiro pódio da carreira chegando em 3º. Porém, com um carro pouco confiável nas mãos os bons resultados não se repetiram muito. Em 17 corridas foram 10 abandonos e apenas 4 pódios, além do terceiro lugar na Austrália Kimi conseguiu um 3º lugar no GP da Europa, 2º lugar no GP da França (seu melhor resultado no ano) e 3º lugar no GP do Japão. Acabou o campeonato em 6º lugar com 24 pontos conquistados.

2003

Já em 2003, mesmo com um carro hibrido, o mesmo carro de 2002 com algumas alterações para 2003, os resultados foram mais satisfatórios, em 16 corridas foram apenas 3 abandonos e, pontuou em todas os outros GPs.

Neste ano Kimi conquistou sua primeira vitória na carreira, no GP da Malásia onde largou em 7º e venceu a corrida.

No GP Brasil, chegou em primeiro, porém teve de entregar o troféu semanas depois para Giancarlo Fisichella, no resultado final ficou em segundo.

E conquistou sua primeira pole position em 2003 também, no GP da Europa, porém, está foi umas das provas que ele abandonou. Fez também a pole position no GP dos EUA, chegou em 2º.

Disputou o campeonato com Michael Schumacher até a última corrida, foi vice-campeão da temporada com 91 pontos marcados, dois a menos que Schumacher.

2004

Mais um ano com um carro dificil nas mãos. Em 18 GPs, foram 8 abandonos. Conquistou uma pole position no GP da Inglaterra e uma vitória, no GP da Bélgica. Com 1 vitória, 2 segundos lugares e 1 terceiro lugar, acabou o campeonato na 7º posição em 45 pontos marcados.

Naquele ano, Kimi casou-se com Jenni Dahlman, ex miss Finlândia e Escandinávia. A cerimônia foi realizada no castelo de Vanajanlinna, em Hameenlinna, na Finlândia, no dia 31 de Julho.

2005

Com um carro bem melhor porém ainda não muito confiável, Kimi começou o campeonato mal, mas logo se recuperou, consegiu três pole positions e duas vitorias consecutivas, no GP de San Marino largou na frente mas abandonou a corrida, Espanha e Mônaco, largou e chegou na frente, assumindo a vice liderança do campeonato. Venceu mais cinco GPs, Canadá, Hungria, Turquia, Bélgica e Japão. E fez mas duas pole positions, Alemanha e Turquia.

No GP do Japão fez uma corrida memorável largando de 17º lugar e vencendo a prova depois de ultrapassar Fisichella na última volta.Com uma temporada incrível, mas vários abandonos por problemas no carro foi vice-campeão da temporada, porém ganhou o prêmio de melhor piloto do ano dado pela FIA e a fama de azarado, por abandonar várias corridas em que estava vencendo e, por isso também foi considerado por muitos, o campeão de direito daquele ano.

2006

Mais um ano com um carro dificil, Kimi não conseguiu muito na temporada. Em 18 provas foram 6 abandonos e 6 pódios. Fez três pole positions, no GP da Alemanha onde chegou em 3º, no GP da Hungria onde abandonou a prova e no GP da Itália onde chegou em segundo. Não conseguiu nenhuma vitória naquele ano. Acabou o campeonato em 5º lugar com 65 pontos marcados.

No GP de Bahrein, primeira prova da temporada, fez uma bela corrida saindo de 22º (último) e chegando em 3º lugar.
Naquele ano, Kimi foi disputado por várias equipes já que seu contrato se encerrava com a McLaren e ele não tinha intenções de renovar com a equipe. Chegou a assinar um pré contrato com a Renault que perdia o bicampeão mundial Fernando Alonso para a McLaren, porém depois de anunciada a aposentadoria de Michael Schumacher, a Ferrari finalmente anunciou a contratação de Kimi para substituir o Heptacampeão na Scuderia italiana.

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A maior vitória de um campeão

Matéria feita pelo jornal O Estado de São Paulo contando um pouco da vida de Kimi Raikkonen com comentários da familia do campeão.

Raikkonen superou a pobreza na Finlândia e contou com o apoio familiar para se tornar vencedor no automobilismo

Era uma vez um menino loirinho, magro, pobre, que acordou de noite com vontade de fazer xixi. Mas como fazia muito frio no seu país, quase no polo norte, e o banheiro era fora de casa, ele voltou para a cama. Disse a si mesmo que faria de tudo para um dia dar aos pais uma casa onde eles não precisassem mais se deslocar por 30 metros na neve só para fazer xixi. O tempo passou, o menino cresceu, demonstrou raro talento para pilotar carros de corrida, conquistou um título mundial, ficou rico, famoso e ele e a família podem escolher em qual banheiro da sua imponente residência desejam fazer xixi.
O que parece ser uma fábula quase singela é, na realidade, a história do atual campeão do mundo, Kimi Matias Raikkonen, 28 anos, piloto da Ferrari. "É uma sensação ótima olhar para trás e ver como as coisas mudaram em tão pouco tempo. Meu pai e minha mãe trabalharam muito para que isso fosse possível", diz o piloto, líder do campeonato, em profundo agradecimento aos dois. Tanto que com o primeiro dinheiro que ganhou como piloto comprou o terreno ao lado da sua casa localizada numa linda floresta de pinheiros na periferia de Espoo, na Finlândia, e mandou construir uma nova para a família.
Masa é seu pai. Profissão: tratorista. Trabalhava na construção e reparo de estradas. Sexta-feira encontrava-se no Autódromo de Hameenlinna, 100 quilômetros ao norte de Espoo, apenas três graus de latitude abaixo do Círculo Polar Ártico. Não iria deslocar pedras. Tampouco blocos de gelo. "Estou aqui para correr. Sou piloto também", afirmou rindo, com orgulho, acompanhado da simpática esposa Paula, mãe de Kimi.
E é verdade. Masa sempre quis competir, mas antes de pensar em si, a prioridade foi o filho. Por isso investiu nele o que ganhava. "Ele trabalhou em três locais distintos a fim de conseguir dinheiro para o Kimi continuar no kart", lembra Paula. "Eu mexia com os tratores, possuía um táxi e à noite fui recepcionista de restaurante", conta Masa, sem esconder a origem. "Todo inverno era a mesma coisa: tínhamos de conseguir o dinheiro que Kimi necessitava quando começassem as corridas. Ficamos em dúvida várias vezes se seria possível", explica a mãe. Kimi correu de kart dos 7 aos 18 anos.
Agora Kimi financia o hobbie do pai. São pequenos protótipos equipados com motor de motocicleta de 110 cavalos. "Comecei ano passado", diz Masa. Terminou o campeonato que teve entre 40 e 45 pilotos na 13ª colocação. A mãe lembra que em 2007 "quase fica louca".
Rami, irmão dois anos mais velho que Kimi, também gosta de velocidade e disputou o Campeonato Finlandês de Fórmula 3. Na primeira temporada terminou em terceiro. "Teve domingo de os três competirem. Que desgaste!", lembra Paula.
A mãe garante que em casa Kimi está longe de ser o ?Iceman? – homem de gelo que nunca manifesta emoções. "Não, não, não. Ele acabou de me ligar. Queria saber do cachorro, o Axu." Um pastor alemão de belo porte. "O Kimi é sempre carinhoso conosco, gentil."
Mas a fama do filho não é renegada pelo pai. Ao ser questionado sobre sua frieza ao volante, Masa dispara: "Claro, eu sou o pai do Iceman." Na pista, o pai de Kimi demonstrou nos treinos livres de sexta-feira ser impetuoso, seu carro vem de lado nas curvas. Não ouviu o repórter comentar com um amigo finlandês: "Aqui não tem essa de filho para pai. O filho domina mais a técnica da pilotagem".
Tal destreza levou Kimi à conquista de seu grande sonho ano passado: ser campeão do mundo. "Mudou, sim, nossa vida. Vejo, agora, como isso tinha importância para o Kimi", comenta sua mãe. "Ele é um homem feliz. Ama a Ferrari. Diz que a equipe é como uma família, há coração no que fazem", explica o pai. "Na McLaren meu filho vivia triste. O carro quebrava toda hora", emenda a mãe.
A postura impassível de Masa diante dos desafios faz com que ele e Paula não assistam às corridas de Kimi juntos. "Não dá. Ela fica nervosa." Paula concorda: "Se um está na sala o outro tem de ir para o quarto."
Domingo o casal vai ver o filho ao vivo nas ruas de Mônaco. Kimi alugou um iate – com vários banheiros – e ficarão hospedados lá. Irão acompanhar a corrida do deck superior da embarcação. Kimi não vai dormir no iate. Em 2004, ficou enjoado e bateu nos treinos livres de sexta-feira e sábado. A McLaren o levou para um hotel na marra.
Masa, Paula e Rami garantem não sentir medo de que Kimi sofra algum acidente. "Fico nervosa, mas aprendi a conviver com isso desde o kart." Rami é um fã do irmão. E Kimi dele. Repassou a Rami a tarefa de tomar conta de sua frota de veículos, todos muito especiais. "Kimi construiu este imenso galpão, aqui ao lado de onde crescemos, para colocar o que tem na Finlândia", conta Rami. "Quando éramos pequenos brigávamos toda hora, agora não mais." O Iceman tem supermotos de Marcus Walz, motos modelo cross – das menores às mais sofisticadas -, motos de neve, karts, o utilitário Hummer, preto, um Audi 4.2 TDI branco, além de uma McLaren (Fórmula 1) que ganhou de Ron Dennis.

HERANÇA

O avô já começou o processo de ?catequese? dos netos. "Tenho dois filhos, Justus, de 3 anos, e Tiitus, 2. Quando o primeiro nasceu, meu pai apareceu no quarto do hospital com um kart de verdade", lembra Rami. "O Tiitus ganhou o seu no aniversário de um ano. Hoje os dois meninos, de 3 e 2 anos, já estão andando com karts especiais", falou Rami, impressionado com Masa. "Ele organiza tudo do Kimi – troféus, macacões, capacetes – não temos mais onde colocar as coisas." A casinha de madeira, onde tudo começou, agora é uma espécie de almoxarifado das coisas do piloto da Ferrari.
A Finlândia é local de férias de Kimi. "Há seis anos moro na Suíça", falou durante o GP da Turquia. "O que ele gosta de fazer aqui é viver como uma pessoa comum, longe de tudo, sem ajuda até da tecnologia. Quando conquistamos o título finlandês de kart, em 1998, e agora, ano passado, no seu mundial de Fórmula 1, fomos para a Lapônia", conta seu amigo e mecânico da época do kart, Kalle Jokinen. "Tenho uma casinha lá. O Kimi foi dirigindo os 800 quilômetros e ao chegar lá tivemos de cortar lenha, sob temperatura de 28 graus abaixo de zero, e esperar umas duras horas até a casa esquentar".
Desligar da Fórmula 1 parece ser uma necessidade para Kimi. "Nunca falamos disso quando estamos juntos", conta outro amigo, empresário em Helsinque. "Nos reunimos, cinco, seis amigos, às vezes saio com minha namorada e Kimi com Jenni (sua mulher), não comentamos nada de corridas." Pede anonimato porque a imprensa finlandesa é, segundo disse, sensacionalista com Kimi.
O piloto já foi capa de várias publicações, sugerindo estar bêbado. "É normal na Finlândia as pessoas beberem de sexta-feira e sábado. O Kimi não faz nada diferente do que outros da sua idade fazem, diria até menos, mas gostam de explorar isso. Se tivesse problema com bebida, como dizem, não teria sido campeão do mundo de Fórmula 1." A mãe apóia o amigo do filho: "Fazem de uma coisa pequena um drama, mas não nos atingem e nem a ele".Jokinen relaciona-se com Kimi atualmente como fazia nos tempos difíceis do início de carreira. "É a mesma pessoa. Esse é o seu ponto forte. Consegue fazer seu talento trabalhar isolado, sem as pressões todas que cercam um piloto."

MEMÓRIAS

E pensar que a trajetória de Kimi na F-1 começou porque seu empresário, David Robertson, foi cobrar a Renault: "Kimi foi campeão britânico de Fórmula Renault em 2000. Os franceses davam como prêmio um teste com seu carro de Fórmula 1. ", explica Jokinen. "Robertson cobrou a empresa e eles pediram que providenciasse uma equipe. Não seria na Renault.??
Robertson convenceu Peter Sauber. O treino serviria apenas para Kimi saber o que era a Fórmula 1. Aquilo era um prêmio, não um teste. "Mas Kimi mostrou-se de cara muito, muito rápido", conta seu ex-mecânico e amigo, sempre presente.
Peter Sauber passou a vê-lo de outra forma, não como um piloto, como tantos. "No fim do dia disse que gostaria de vê-lo em outro teste. Kimi foi e, de novo, impressionou pela velocidade e constância. Não errava." Também por coincidência, o suíço não estava contente com seus pilotos, Pedro Paulo Diniz e Mika Salo. Havia, portanto, vagas em aberto na equipe. Nick Heidfeld, alemão, ficou com uma delas. A outra seria uma aposta de risco. "De alto risco", como o próprio Sauber afirmou tempos depois.
Outro problema complexo que precisou ser contornado foi que Kimi havia disputado, até então, apenas uma temporada e meia com carros da Fórmula Renault, essa era toda sua experiência", relembra Jokinen. "Não queriam dar a superlicença para ele, achavam que ele colocaria em risco os demais pilotos. Keke Rosberg (finlandês também, campeão do mundo de 1982) foi um dos que trabalharam contra Kimi correr de Fórmula 1." A licença foi dada em razão da credibilidade de Sauber. "Tudo podia ter acabado ali e a Fórmula 1 deixado de conhecer um grande talento. Mas felizmente as coisas aconteceram", emociona-se, Jokinen.
Em Istambul, há pouco mais de uma semana, o consagrado Kimi surpreendeu: "Meu contrato com a Ferrari termina no fim de 2009. Não sei o que irá se passar, mas se tiver gostando ainda de correr, como agora, renovo, senão vou ver o que fazer da vida". O piloto diz estar fora de cogitação, pelo menos por enquanto, aprender italiano. "No, I don’t like to study. I see you later, bye (Não, não gosto de estudar. Eu o vejo mais tarde, tchau)."

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